A sinceridade nessas minhas palavras é inevitável. Vai ficar tanto desses dias de falar da vida e de como o mundo vai girando girando girando e a gente devagar (pra não faltar amor). Esse trust todo, esses espelhos que vão passando por mim e não tem vergonha de nada, seja do rock antigo ou das histórias que escuto e conto. Como eu guardo. Ontem olhei em volta e percebi que eu era só ' homesick ' e ' heartwarming '. Queria escrever naquela hora, mas estava ali, vivendo e gritando nostalgia com os demais. Toda aquela música. La musica és mi pasión! É, as frases não estão muito ligadas, é que tem um turbilhão de sentimentos me atravessando, daí eu decidi colocar aqui da forma mais real possível. Desde meu soninho da tarde até as horas e horas e horas que ninguém vê passar, porque tá fora do espaço e do tempo. Não tem quase pra mim, pra gente. Sinto de perto a vitrola e as almofadas e os amores perdidos ali na sala. Não to falando de perdidos no sentido de não tê-los mais. Estou dizendo que serão tantos amores que eles vão se sentar na sala e se perder. Comigo. Eu nem sou poeta nem nada, só preciso escoar em alguém, só quero dizer que é como se tudo tivesse começando de novo. Hey Jude, é um sebo de livros essa nossa vida. Tudo que é amarelado e antigo dá prazer. Mas o que vai vir, os livros que ainda vão chegar, que vão ficar amarelados e antigos alguma hora, ah, esses deixam muitas estrelas por dentro também.
Samba, samba, samba pra me aquecer. Se todo mundo sambasse...